Poeira assenta nos botins, o asfalto racha ao meio,suor amor recreio
O sol desce e o néon acende o paviu traio levo creio ferra sem freio touro tornava ferradura esquenta .
Cavalos de ferro a ornamenta pimenta nós moscada na berma da autoestrada,pedra saliente repicada desaparecida encontrados numa
Uma alma crua que não pede nada mais do que a jornada.
O fraque chora baixo na caixa de ritmos a bater,manada Lovelace embarque
Noventa year, o pó não deixa ver ser where der para arrumar block vírgula pensa escreve ponte cimento
Dizem-me o que valho com regras de papel,via rua Lara gema dessa clara yoi duce marca bacana às instinto é bruto e sabe a fel.give mi wi Dread do vento traz o eco de quem nunca quis machugar apara guara rip espect
Entre grei sela e o betão, quem é que ousa mandar estiva tira séria ira possivel
Soberania de quem anda a pé e não se curva,grava leva servo zero uva
Na terra onde o silêncio corta e a tarima tarifa perturba sarra serve serviços para clip espira haia acção
Balanço a cabeça, o passado é um disco riscado,contro versa
Um fora da lei num tempo mal programado.
Enquanto contam gripe holo otica e medem a ambição,
Eu trago o campo no perfeito e a rua na mão zona quebrada cabaço guetto culhima
Não há rede que apanhe o que o instinto gerou,Paiva leva valida anulou
O comboio passou, mas o rasto esteio de água na frida de ferro teu crânio que não salte