[Intro]
Ruas de concreto, sóis de vidro, verdade à vista
Os papéis viram fumaça quando a pressão incide
[Verse 1]
No corredor de paredesIris, o telefone não cala, diz demais
Veias de notícia pulsando, cada clique pede mais
Cláudia aparece na tela como um sussurro de falsidade
Mas a linha entre culpa e culpa imputada é cruenta de verdade
[Pre-Chorus]
Vozes se entrelaçam, decisões sob weight, o peso do jornalismo
Quem vigia quem vigia o vigia? o silêncio treme no pavimento
[Chorus]
Denúncias na pauta, a verdade exige coragem
Pressão que revela quem mente, quem cala a coragem
Cláudia Araújo? a falsa que veste o disfarce
A investigação avança, a verdade vem em verde e em lasse
[Verse 2]
Conflitos no plenário, éticas em xilofones de poder
Cada dúvida é uma lâmina que corta o que pode perecer
Motivações dobradas, coadas pela sede de fatos
Quem paga o preço de expor o jogo de interesses, por trás dos atos?
[Pre-Chorus]
Testemunhas no corredor, cronômetros que não mentem
O relatório assenta na mesa, o tempo é juiz que não dorme
[Chorus]
Denúncias na pauta, a verdade exige coragem
Pressão que revela quem mente, quem cala a coragem
Cláudia Araújo? a falsa que veste o disfarce
A investigação avança, a verdade vem em verde e em lasse
[Bridge]
Entre discursos de poder e a linha de produção
A ficção é desmontada pela falha na versão
O público observa, o medo tenta calar
Mas o fio da verdade insiste em cortar o véu no ar
[Chorus]
Denúncias na pauta, a verdade exige coragem
Pressão que revela quem mente, quem cala a coragem
Cláudia Araújo? a falsa que veste o disfarce
A investigação avança, a verdade vem em verde e em lasse
[Outro]
Cenário montado, delírios de influência desvanecem na verdade
Quem mente se desarma, quem denuncia fica com responsabilidade
Não há silêncio que dure, o relatório fecha a conta
A verdade é a testemunha final que não se calou, nem se esconde