[Intro]
Luz de vitrais, silêncio que respira, coração álacre
A cada passo, o peito se inaugura, puro e grave
[Verse 1]
Entre bancos de madeira, meu mundo se faz menor
Quando teu olhar acende a vela do meu interior
O chão parece rezar junto comigo, em reverência
E eu sinto nascer em mim uma súplica de promessa
[Chorus]
É teu rosto a primeira cor do meu destino
Um silêncio que diz: aqui é onde eu sigo
Teu beijo invisível é a chave da minha devoção
Eu me inclino e sei que é contigo a minha oração
[Verse 2]
O brilho que escorre dos vitrais desenha tua presença
É como se o sagrado concedesse tempo para a cadência
De mãos entrelaçadas, o mundo se torna pequeno
Prometo ser teu abrigo, teu segredo, teu terreno
[Bridge]
Se cada passo é um eco da certeza que nos guia,
Que o silêncio seja testemunha da nossa aliança tardia
[Chorus]
É teu rosto a primeira cor do meu destino
Um silêncio que diz: aqui é onde eu sigo
Teu beijo invisível é a chave da minha devoção
Eu me inclino e sei que é contigo a minha oração
[Outro]
Que a igreja seja o céu que cabe na palma da minha vida
Prometo te amar, sob a luz, na noite e na alvorada