Não procurei mais sinais…
porque o sinal já era final.
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### Verso I
Já vi demais para duvidar do essencial.
Já perdi demais para confundir o trivial.
Agora o peso do mundo é quase natural.
E o que fica é simples… e visceral.
Não há promessa que mude o ideal.
Nem tempestade que altere o ritual.
Tudo o que é falso perde o sinal.
E tudo o que é real… fica frontal.
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### Pré-Refrão
E quando tudo cai no final…
só sobra o que é estrutural.
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### Refrão
É isso… e não há mais igual.
É isso… sem forma de intervalo.
É isso… sem filtro emocional.
É isso… definitivo e total.
Se o mundo muda, eu fico igual.
Se o tempo corre, fico vertical.
Se tudo grita, eu fico leal.
Porque isto… não é casual.
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### Verso II
Já não me perco no superficial.
Nem me seduz o brilho artificial.
O que é profundo não é verbal.
O que é verdadeiro é quase brutal.
Aprendi que o corte é natural.
Que perder também é essencial.
Que ficar inteiro é quase ancestral.
E que o silêncio pode ser colossal.
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### Ponte
Se isto é fim… então é inicial.
Se isto é queda… é ascensional.
Se isto é tudo… é natural.
Se isto és tu… é irreal.
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### Último Refrão
É isso… sem volta emocional.
É isso… sem mapa racional.
É isso… sem medo do final.
É isso… simplesmente total.
E quando tudo perde o sinal…
fica só o que é fundamental.
Sem explicação, sem tribunal.
Só isto… imortal.
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### Final (gritado, épico)
É isso…
e o resto é banal.
É isso…
sem espaço mental.
É isso…
fora do normal.
É isso…
absolutal.