[Intro]
Cidade acorda com relógio quebrado, sirenes no ar
Eu passo firme, o mundo retesa o olhar
[Verse 1]
Ódio na língua, orgulho na veia, eu mando quem desafia
Brasão no peito, ferro no papo, minha palavra arrepia
Rasgo a máscara dos fracos, provo quem manda aqui
Se pisar no meu piso, você aprende a baixar a guarda, enfim
Entre becos e sombras eu caminho sem medo de errar
Quem me olha demais encara o fogo que eu sei queimar
[Pre-Chorus]
Desconfiança na alma, inimigos por toda parte
Meu silêncio é arma, minha visão sabe o corte
Não confio no brilho dos que sorriem na tua frente
No meu reino de concreto, eu sou a regra presente
[Chorus]
Eu sou quem fica de pé quando o mundo ruir
Dominante nos calos, resistente a resistir
Rivalidades afiadas, eu rimo pra ferir
Quem me desafia aprende a não insistir
[Verse 2]
Provocações afiadas, eu as devolvo em aço
Quem tenta me derrubar cai no mesmo laço
Olho nos olhos do medo, eu não desço do meu trono
Na minha rua, a lei sou eu e o resto é abandono
[Pre-Chorus]
Desconfiança na alma, inimigos por toda parte
Meu silêncio é arma, minha visão sabe o corte
Não confio no brilho dos que sorriem na tua frente
No meu reino de concreto, eu sou a regra presente
[Chorus]
Eu sou quem fica de pé quando o mundo ruir
Dominante nos calos, resistente a resistir
Rivalidades afiadas, eu rimo pra ferir
Quem me desafia aprende a não insistir
[Bridge]
Quem duvida, vê: eu avanço, não jogo pra trás
É ironia, é combate, é você que não fica, não faz
A verdade bate pesado, eu dobro o peito e sigo firme
Nesse jogo de poder, meu nome é o estopim que não some
[Chorus]
Eu sou quem fica de pé quando o mundo ruir
Dominante nos calos, resistente a resistir
Rivalidades afiadas, eu rimo pra ferir
Quem me desafia aprende a não insistir
[Outro]
Cidade dorme, mas meu pulso não para de soar
Eu permaneço no topo, onde aprendi a lutar e lutar