[Intro]
Dias cinzentos carregam meu silêncio
O passo é lento, o mundo parece inteiro
[Verse 1]
Acordei com o peso das escolhas no peito, cada decisão parece uma pedra no caminho
Sinto o peito apertado, a frustração me sussurra que estou longe do que eu espero
Mas a cabeça ainda ergue, mesmo quando o chão vacila sob meus pés
[Pre-Chorus]
Não é reparto de herói nem milagre: é pele e aguentar o dia a dia
[Chorus]
Eu sigo mesmo quando tudo pesa, eu respiro, eu insisto
Mesmo na sombra, encontro meu abrigo interno
Não entrego a luta, mantenho minha frente erguida
Eu sou o que resta e o que pode recomeçar
[Verse 2]
Os dias cinzentos parecem longos, pinto etapas com carvão na janela da alma
Desilusão bate, mas não fecha minha porta, a esperança ainda cabe no meu peito
Grito baixo por forças que não aparecem, recoço as falhas e sigo adiante
[Pre-Chorus]
Não é fantasia: é trabalho de cada instante, é esforço invisível
[Chorus]
Eu sigo mesmo quando tudo pesa, eu respiro, eu insisto
Mesmo na sombra, encontro meu abrigo interno
Não entrego a luta, mantenho minha frente erguida
Eu sou o que resta e o que pode recomeçar
[Bridge]
Se o mundo desmoronar, eu reconstruo com as próprias mãos
Se a dor pedir silêncio, eu falo alto para não me calar
[Chorus]
Eu sigo mesmo quando tudo pesa, eu respiro, eu insisto
Mesmo na sombra, encontro meu abrigo interno
Não entrego a luta, mantenho minha frente erguida
Eu sou o que resta e o que pode recomeçar
[Outro]
Caminho com as marcas, mas sigo em frente, sem perder meu chão
]