Não sei quem te convida
Nessa tua conversa que perde
Pois é tua vida e isso que é nervos
Não sei que seco e coitado o que vai há guerra
Aquilo que dá e nessa tua sorte que não vai e mais nada
O que é que vais tu perder
Quando nada para ganhar e nada dás
E tens para conservar na inteligência
E não havia paciência
O que tens para editar
A cultura não descreve
O que dá a dentadura
Muitas vezes não dura
Para te vir cultivar
Quanto mais é que tu tens
Aquilo que ainda há de quem não faça
A passar na tua praça
Não há muita raça
E a balançar com o som
Toda a gente pensa
Nessa tua vida que não perdeu essa santidade
Quando aquilo quer, não sei se vai
Ó tu perdes integridade
Nos olhos há o brilho e dizes a grandeza dessa vaidade
Eu acho que é do coito, então aquilo que vai 18 não sabes tu da essa tua integridade
Muito ai vem e no mar muitas vezes é a saudade que não há para parar
O que vem da terra sobre a ideia sobre aquilo que nunca és tu a ganhar
Quando vês no tesouro e o ouro quando perdes não há nada para apanhar
E o touro a passear
Não sei se é a vida o que tentaste traçar
Deixa vir
E o que vai vem
Neste teu mar que eu nunca perdi
À espera do sol com lua a ouvir aquilo que tem
No meu cachecol que eu fiz para mim
Quanto mais que aqueci
A renda não te rende e o que me rende a ti
Aquilo que me morde e não concorda em equilíbrio de vinho pilar de pinho madeira vem cabeça muitas vezes ao futuro
Que eu tenho para ver
Neste teu futuro que não duro quero conhecer
E o que vou eu perder
Quando não tenho alegria, a tristeza quer-me meter
A forma de vir, a forma de dizer
Forma de me encantar, para não falar da forma de ver
Isso é tão a mal e por que é que dizes nesta fala
Porque não havia muita fala para mudar
O que vai dar a vida
Quando a cantada e o fado é lembrado
Com essa recordação não é na tua cantiga
A paulada vem da vida
Não ouvir com a vida quem aquilo tem na mão
Do que me picas dessa dança
Ou então dessa tua cantada
Não sei se é a tua cor que
Mergulhada neste teu mar