[Intro]
Cantos de floresta acendem a luz, o coração pulseia no ritmo da vida.
[Verse 1]
Sob a copa que beija o céu, guardiões da Amazônia vigiam o alvorecer.
Quem cuida da água, cuida de nós; quem escuta o rio, escuta o tempo a crescer.
Somos o fio que liga folha a reino, somos a voz que não cede à empresa nem ao medo.
[Pre-Chorus]
Entre as árvores, a história nos chama a proteger, a lutar com fé.
[Chorus]
Orgulho de ser da floresta, responsabilidade no peito a bailar, juntos vamos em frente, a vida a celebrar.
Somos guardiões, com a força do povo, coragem que não abre mão de amar.
[Verse 2]
Arara no verbo do céu, ar de boto no entardecer, onça na trilha, sombra que nos guia.
Histórias de proteção florescem no chão da mata, nosso pacto é a vida que abriga.
[Pre-Chorus]
Cantos e rituais ecoam, memória viva de quem preserva o chão.
[Chorus]
Orgulho de ser da floresta, responsabilidade no peito a bailar, juntos vamos em frente, a vida a celebrar.
Somos guardiões, com a força do povo, coragem que não abre mão de amar.
[Bridge]
Povos tradicionais marcham de mãos dadas, a mata respira quando nos encontramos.
Pequenos gestos, grandes mudanças, cada passo é uma ponte que o mundo atravessa.
[Chorus]
Orgulho de ser da floresta, responsabilidade no peito a bailar, juntos vamos em frente, a vida a celebrar.
Somos guardiões, com a força do povo, coragem que não abandona nossa trilha.
[Outro]
Que cada canto encerre a promessa: proteger a vida, manter a esperança criada na correnteza.
Futuros sob a sombra da onça, da arara, do boto, vivem da nossa decisão de amar a Amazônia.