[Intro]
Um encontro ao redor da mesa antiga, luz tênue, silêncio que pesa.
Cada nome no copo é uma memória que volta, uma bússola que não aponta para casa.
[Verse 1]
Ana, que ficou entre risos e portas fechadas, guardando cartas que nunca enviou.
Bruno, o mapairo de promessas, jurando que o futuro cabe na palma da mão.
Catarina, a ponte entre dois lugares, sussurrando segredos que não ousaram nascer.
Daniel, que carrega uma culpa tão silenciosa quanto a noite sem estrela.
[Pre-Chorus]
Se cada rosto é um segredo, o que resta quando a cortina se levanta?
Entre perguntas não feitas, o coração conspira para não vacilar.
[Chorus]
Somos nós, com nomes que pesam como anéis de gelo no peito,
Procurando no outro um lar onde o medo não tenha voto.
Entre nostalgia e tensão, resolvemos ficar ou partir, lado a lado.
[Verse 2]
Elisa, que sabe o preço do silêncio, mesmo quando o riso é presente.
Felipe, o que escolhe entre redenção e orgulho, segurando uma carta que nunca enviou.
Gabriela, a voz que procura um espaço para respirar entre os códigos do grupo.
Hugo, que observa a distância e decide atravessar, mesmo com o risco de perder o mapa.
[Pre-Chorus]
Se cada história é uma linha tênue, quem lê o fim sem ser visto?
Os laços se ajustam, como corrente que une apenas quem não quer se romper.
[Chorus]
Somos nós, com nomes que pesam como anéis de gelo no peito,
Procurando no outro um lar onde o medo não tenha voto.
Entre nostalgia e tensão, resolvemos ficar ou partir, lado a lado.
[Bridge]
Entre confidências sussurradas, surge a verdade que não admite desculpa.
Questões de pertencimento: quem fica, quem sai, quem decide respirar de novo.
[Chorus]
Somos nós, com nomes que pesam como anéis de gelo no peito,
Procurando no outro um lar onde o medo não tenha voto.
Entre nostalgia e tensão, resolvemos ficar ou partir, lado a lado.
[Outro]
Ao final, o silêncio entrega um mapa — não de saída, mas de escolhas compartilhadas.
Cada nome, agora rosto, decide o que fará nascer amanhã.