[Intro]
No alto dos muros, a lua observa o rei
A cidade respira em ouro, sombras no cordame
[Verse 1]
Rei na Babilônia, símbolo de poder cortante
Rodas de prata giram, correntes de desejo brilhante
Na praça, sussurros tecem velhas mentiras
Conspirações se erguem como torres que desafiam
[Pre-Chorus]
Olhos nos papiros, planos afiados como lâminas
Quem veste a coroa sabe: a sorte é mentirosa, enganosa
[Chorus]
Babilônia, cidade de fogo e segredo
O rei caminha entre sombras, o futuro é um jogo antigo
Entre leões de pedra e promessas de seda
O poder decide quem fica ou quem se esvai pela beira da rede
[Verse 2]
No mercado de persas, o boato vira cetro quebrado
Traições dançam nas ruelas, o mapa muda a cada ato
Batidas de tambores anunciam uma nova aliança
Mas o coração do rei lateja sob a lâmina da esperança
[Pre-Chorus]
Corvos nos telhados anotam cada decisão
Cada sorriso pode ser máscara na verdade da nação
[Chorus]
Babilônia, cidade de fogo e segredo
O rei caminha entre sombras, o futuro é um jogo antigo
Entre leões de pedra e promessas de seda
O poder decide quem fica ou quem se esvai pela beira da rede
[Bridge]
Ecos na escuridão, véus caem, conspirar é viver
Quem ousa desafiar a coroa pode perder o que é viver
[Chorus]
Babilônia, cidade de fogo e segredo
O rei caminha entre sombras, o futuro é um jogo antigo
Entre leões de pedra e promessas de seda
O poder decide quem fica ou quem se esvai pela beira da rede
[Outro]
Sob o olhar do céu, a cidade respira o seu ardor
Rei e reino, trama e destino, na Babilônia de esplendor