[Intro]
As páginas guardam o silêncio que o tempo não alcança,
um sussurro antigo de quem aprendeu a amar sem freio.
[Verse 1]
Cubro com poeira de histórias a minha pele, meu nome, meu medo,
e escrevo o que os olhos não dizem, bem no meio do segredo.
Letras que tremem entre as dobras do diário, fiel testemunha
de amores que quebram as regras, sem pedir licença à lua.
[Pre-Chorus]
Liberdade é uma tinta que corre onde o rótulo não chega,
eu amo quem me quer, sem culpa, sem fronteiras na alma.
[Chorus]
Amar é meu juramento, mesmo que o tempo repita condenas,
as páginas envelhecem, mas o amor não envelhece jamais.
Quem eu escolho ser, não precisa de permissão nem de coroas,
eu sigo o coração, abrindo caminhos na poeira do diário.
[Verse 2]
Entre rabiscos de coragem, encontro nomes que não cabem em sussurros,
juro segredo que aquece quando o mundo vira espelho frio.
O papel respira comigo, compartilha risos que desafiam as eras,
e eu sorrio a cada marco que meus amores deixaram no caminho.
[Pre-Chorus]
Liberdade é a canção que não se cala diante do rótulo,
e eu dancei, mesmo quando a sala era silêncio e medo.
[Chorus]
Amar é meu juramento, mesmo que o tempo repita condenas,
as páginas envelhecem, mas o amor não envelhece jamais.
Quem eu escolho ser, não precisa de permissão nem de coroas,
eu sigo o coração, abrindo caminhos na poeira do diário.
[Bridge]
Se o mundo perguntar, eu responderei com o meu laço de coragem:
eu te escolho, eu te aceito, eu te admiro, sem pagamento de preço.
[Chorus]
Amar é meu juramento, mesmo que o tempo repita condenas,
as páginas envelhecem, mas o amor não envelhece jamais.
Quem eu escolho ser, não precisa de permissão nem de coroas,
eu sigo o coração, abrindo caminhos na poeira do diário.
[Outro]
Que a poeira guarde nossos nomes, até que a vida nos separe apenas pelo tempo,
e então, quando voltar a brilhar, eu ainda me lembrarei de amar sem medo.