[Intro]
No país das bolhas, onde tudo é cor de vidro,
Deslizam pinos de borracha, brilhando no tilintar.
[Verse 1]
A fábrica é um sonho onde o latido é o som do motor,
Cada pino guarda um segredo, enrolado em vapor.
Gira a esteira, dança a cor, guinchos de risos no ar,
Willy Wonka sorri, abrindo portas com doçura sem fim.
[Chorus]
Pinos que pulam, borracha que canta,
Nuvens de açúcar sob as máquinas que vibram.
No coração da fábrica, sonhos se afunilam e se elevam,
Onde tudo é possível quando a magia entra em ação.
[Verse 2]
Receitas de vento, moldes de luz, tinta de arco-íris,
Cada pino respira fantasia, em silêncio cúmplice.
Pelas janelas chegam notas de música doce e lunática,
E o relógio ri junto, marcando o tempo da invenção.
[Chorus]
Pinos que pulam, borracha que canta,
Nuvens de açúcar sob as máquinas que vibram.
No coração da fábrica, sonhos se afunilam e se elevam,
Onde tudo é possível quando a magia entra em ação.
[Bridge]
Entre tubos e doces, o impossível se curva,
Se veste de brilho e dança nos cantos do salão.
[Outro]
E ao final da linha, a magia repousa em segredo,
Willy sussurra: vamos sonhar mais um pouco, sempre.