[Intro]
Em cada manhã que ainda dorme, há um brilho que nasce nos olhos de quem amamos.
Hoje, deixo o coração abrir‑se como uma janela para o céu,
para que a luz de Emiliandro, Ebenezer, Judalva e Ana Elly possa entrar e encher a casa de esperança.
[Verso]
Quando o dia ainda dorme, eu sinto o seu riso,
Um brilho suave que atravessa a madrugada.
Emiliandro, teu olhar tem a força do primeiro sol,
E aquece a minha alma como um abraço sem fim.
[Verso]
Ebenezer, curiosidade que nasce em cada gesto,
Perguntas que desenham pontes entre o céu e a terra.
Cada descoberta tua é um poema que escrevo em silêncio,
E guardo no peito como um tesouro precioso.
[Ponte 1]
Judalva, tua presença é como a brisa da primavera,
Trazendo calma ao coração que tantas vezes se agita.
Teu sorriso é a melodia que acalma a tempestade,
E faz o mundo parecer um lugar mais leve.
[Refrão]
Sobrinhos amados, luz que nunca se apaga,
Vocês são a razão do meu respirar.
Ana Elly, teu nome é canção que ecoa na noite,
E eu agradeço por ter vocês aqui, sempre a brilhar.
[Verso]
Ana Elly, tua voz tem a doçura das primeiras estrelas,
Um canto que acende esperança nos meus dias nublados.
Quando você ri, o tempo parece parar,
E eu sinto que todo o amor do universo cabe em nós.
[Ponte 2]
Hoje, aqui, ao seu lado, sinto o pulso da vida,
Cada batida do coração é um agradecimento.
Não há distância que nos separe, nem tempo que nos apague,
Porque o laço que nos une é feito de luz e de ternura.
[Refrão]
Sobrinhos queridos, minha razão de ser,
Emiliandro, Ebenezer, Judalva, Ana Elly.
Vocês são a poesia que escrevo sem papel,
São o brilho eterno que nunca se desfaz.
[Coda (final suave)]
Que a vida lhes dê flores nos caminhos,
Que a alegria seja constante como o mar.
Saibam que aqui tem um coração que pulsa,
Por cada um de vocês, hoje e sempre, com todo o amar.