[Intro]
Palavras que vencem o silêncio, em cada toque de esperança.
[Verse 1]
O escritor sentado, as mãos tremem, o mundo parece lento,
Mas a mente voa alto, em mapas que não cabem no tempo.
Cada linha é um passo firme, cada pausa é um novo jeito,
Transforma dor em letras, faz do corpo um segredo valente.
[Pre-Chorus]
O lápis é uma asa que ainda não quebrou,
A caneta dança no ar, mesmo quando o corpo disfarça o nó.
[Chorus]
Eu escrevo com o sonho, eu pico o que me prende,
Cada palavra é uma vitória que o mundo entende.
Mesmo com as sombras, a voz encontra o seu jeito,
Meu conto é resistência, meu universo é meu jeito.
[Verse 2]
Vejo as páginas ganharem cor, como portas que se abrem,
O ruído da máquina vira música quando as ideias vêm.
Sigo sentado, mas o espírito corre para além das barreiras,
Crio universos com o peito aberto, desatando as feridas.
[Pre-Chorus]
A respiração firma o compasso do meu traço,
Na tela da consciência, cada palavra traça o abraço.
[Chorus]
Eu escrevo com o sonho, eu pico o que me prende,
Cada palavra é uma vitória que o mundo entende.
Mesmo com as sombras, a voz encontra o seu jeito,
Meu conto é resistência, meu universo é meu jeito.
[Bridge]
Se o corpo não acompanha, a mente avança mais alto,
Transforma limitações em tinta que não tem embargo.
[Chorus]
Eu escrevo com o sonho, eu pico o que me prende,
Cada palavra é uma vitória que o mundo entende.
Mesmo com as sombras, a voz encontra o seu jeito,
Meu conto é resistência, meu universo é meu jeito.
[Outro]
Palavras vencem o silêncio, vitória em cada página.