Cem por cento dentro por dente mentira de alma crua, o chão racha nos pira respira tira faz mentor letto joker arkman
Vim do escuro do sistema onde moram os confins Lóios vinho versão tasco zeta retículo
Não há beta que me cale, não há código que me dome, ventrículo celo mal espera
Sou a sombra no teclado que te grita pelo nome dedo anelar peso atentar boquet coquet vela sangue não uses essa merda
Metralho o compasso, bato a bota no betão,cor de rosa cadeirante meu irmão chora dois anos patrão
Enquanto os doutores contam moedas na salvação currículo Marquezine arrabalde, é o campo na cidade,varada
Onde a carne e a máquina partilham a verdade ája é aí
Dizes que a agulha salta Eu seguro-a com os dentes,um alfinete e um galoch
Contra a fúria dos mudo e a hipocrisia dos crentes mama dura não grillzo ar na corda uiva o guitarra, Apolinário
Quem não aguenta o peso, que se afaste da jarra iguista cabrão lateral Mocho serviço pago
Entre o fumo da fábrica e a poeira da estrada,
A nossa voz é a faca que corta a madrugada o galo sem possibilidade sentido rebatido não sei
Soberania pura, o aço na garganta,cock.dull do
Toca o sino na praça enquanto a terra espanta o touro tornava Touriga
Escrevo com o ferro quente, o passado é um incêndio, fósforo isqueiro palha blanco
Um fora da lei num futuro colapsado e estéril capado firmeza iso certificado estiló franja
Vocês querem a pose, eu trago a cicatriz, chapéu capela pote
O rasto de quem sangra na raiz
Do Alverca ao asfalto, a rota não tem perdão, Vitória Júnior ambição
O instinto é o gatilho, a rima é a munição pólvora arroz trinca canhão
Se a mente é uma jaula, eu arrombo a fechadura,largo o tubarão
Com a força da gíria e a febre da loucura a varga da sifrão recibo verde contribuição
Não peço licença para entrar no teu salão, caçador activo mola na mão
Trago o pó da terra colado à sola do calão puro mas não sente lord Conde Patrão de qualquer modelo oppen e eu compen escrevo melhor