[Intro]
Sombra na parede, coro de um friso de pedra
Passos ecoam nos corredores onde a lua fica presa
[Verse 1]
Sob o vitral, o segredo respira devagar
Gargantas de anjo choram o antigo despertar
Caixões de veludo, coroam a noite sem dizer
Dançam as velas, sombras que não querem adormecer
[Pre-Chorus]
O castelo sussurra histórias de ferro e sangue
Um tendre de frio percorre a espinha que não finda
[Chorus]
Torre sombria, coração de pedra a bater
Não há misericórdia no véu que cai sobre o ser
Vampiras veladas, presas entre véus de luar
O medo canta em latim, tentando te guiar
[Verse 2]
Relojoaria antiga, relógio que não perdoa
As horas se curvam quando a noite se desdobra
Gritos contidos entre tapeçarias escuras
Ossos da mapa, segredos que o tempo encurva
[Pre-Chorus]
O castelo abre portas para quem ousa ouvir
Entre correntes de ar, o destino pode mentir
[Chorus]
Torre sombria, coração de pedra a bater
Não há misericórdia no véu que cai sobre o ser
Vampiras veladas, presas entre véus de luar
O medo canta em latim, tentando te guiar
[Bridge]
Notas frias, cordas rangem como ferrugem
O eco do passado invade até a pele e o rumor
[Chorus]
Torre sombria, coração de pedra a bater
Não há misericórdia no véu que cai sobre o ser
Vampiras veladas, presas entre véus de luar
O medo canta em latim, tentando te guiar
[Outro]
Silêncio final, o castelo respira e se cala
A noite se vê sem promessas, apenas a sombra que não falha